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domingo, 15 de novembro de 2009

LINGUAGEM DE SINAIS


As pesquisas mostram que Sócrates já discutia a maneira de comunicação das pessoas surdas.
Na Idade Média os surdos eram considerados anormais e eram alvo da curiosidade das outras pessoas. Eles também eram considerados incapazes, não podiam votar, receber herança, comungar, e pouco inteligentes .
Às pessoas surdas era negado o direito de cidadãos.
Na Idade Moderna pesquisadores e estudiosos, como o professor Itard apresentaram suas conclusões defendendo os direitos dos surdos, publicando artigos e livros com as maneiras de comunicação destas pessoas.
Muitas foram as tentativas de criar uma forma de comunicação para os surdos: oralismo puro, oralismo e sinais, língua de sinais.
A seqüência de pesquisas, experimentos, busca de soluções levaram a estudos sérios sobre a língua de sinais.
As escolas especiais para pessoas com deficiência auditiva se proliferaram na França, Europa e nos EUA.
Por volta de 1800, com influência de Dom Pedro II foi fundado no Brasil o Imperial Instituto dos Surdos Mudos, conhecido hoje como INES – Instituto Nacional de Educação de Surdos, que usava a língua de sinais como metodologia. Muitas foram as discussões,proibições e aprovações do uso desta forma de comunicação.
A história das pessoas surdas demonstra a luta de todos os especiais para participarem ativamente da vida em sociedade.
A busca por uma vida saudável, onde o respeito às diferenças e as condições de comunicação, acessibilidade, atendimento especial, recursos e preocupação com a integração, levem a todos o crescimento como seres humanos.
As oportunidades de educação, trabalho e lazer, devem ser para todos.
É uma questão de viver em um mundo, pelo menos, justo.

domingo, 1 de novembro de 2009

HISTÓRIA




A história das pessoas surdas demonstra a luta de todos os especiais para participarem ativamente da vida em sociedade.

A busca por uma vida saudável, onde o respeito às diferenças e as condições de comunicação, acessibilidade, atendimento especial, recursos e preocupação com a integração, levem a todos o crescimento como seres humanos.

As oportunidades de educação, trabalho e lazer, devem ser para todos.

É uma questão de viver em um mundo, pelo menos, justo.

Os passos para estas conquistas são lentos e exigem uma luta diária. Vamos nos deparando com situações de descaso, discriminação, desrespeito. Se é difícil para todos imaginem para os especiais.

O autoconhecimento e a força interior são fatores que ajudam nesta luta. Superar as barreiras uma a uma, dia a dia, assim é a vida de quem é especial.


segunda-feira, 21 de setembro de 2009

FALANDO SOBRE LIBRAS


Libras

O Ministério propõe que as escolas regulares ofereçam as atividades em classe comum, com professores capacitados para o atendimento às necessidades educacionais dos alunos. Com o apoio de professor de educação especial e, se for o caso, do intérprete de libras/língua portuguesa, em concordância com o projeto pedagógico da instituição. Também deve ter serviços de apoio especializado, complementado também em salas de recursos, em classes especiais, no atendimento domiciliar, ou outros contextos definidos pelo sistema de ensino.
As salas de recurso são situadas nas escolas regulares e devem contar com a participação do professor preparado para o atendimento. Os alunos devem freqüentar as salas de recursos concomitantemente a sua participação no ensino regular. O professor da sala de recursos retoma constantemente os conteúdos trabalhados em classe comum, utilizando Libras para repassar informações complementares da disciplina e dando ênfase a língua portuguesa escrita.
Com relação às classes especiais, localizadas nas escolas regulares, essas são recomendadas aos alunos que não apresentam condição de freqüentar classes comuns. Essas salas são compostas por cerca de dez alunos surdos, que, de preferência, possua especialização na área de ensino para surdos e conhecimento da língua portuguesa e da língua dos sinais.