
O meu primeiro contato com este pensador foi através de sua filha Madalena em um seminário em Novo Hamburgo.
E eu me apaixonei por ele.
Li uma boa parte de sua obra sobre educação. E muitas vezes reli para poder entender sua forma tão pessoal e característica de escrever.
Ele é quase um inventor... de palavras... de histórias... de jeito de falar... de idéias...
A paixão de conhecer o mundo e as diversas maneiras de olhar cada etapa da vida com o sonho na cabeça.
O enfrentamento das suas dificuldades," construindo o mundo correndo o risco de sua própria construção", estabelecendo uma ligação do ser humano com a sua origem e o seu cotidiano, fazendo da sua história a história de todos.
Ele ensina métodos de alfabetizar, mas só para as mentes abertas ao que é essência, ao que é vida.
Ele mostra que a ação transforma e dialoga com a realidade.
Ele queria um "mundo menos difícil de amar".
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