domingo, 4 de outubro de 2009

O CURRÍCULO A SERVIÇO DA SOCIEDADE

CURRÍCULO INTEGRADO



No “Taylorismo” e “Fordismo” o ser humano perde progressivamente sua autonomia e independência submetendo-se ao estabelecido pela máquina.
No “Toyotismo” ou “ohnonismo” a organização do trabalho caracteriza-se pela eliminação dos desperdícios.
A partir da década de 60 as escolas e instituições dos sistemas educacionais passam a ser vistas como empresas, cuja exigência é formar pessoas com conhecimentos, destreza, procedimentos e valores seguindo a filosofia econômica. Na década de 80 o mundo empresarial força reformas educacionais que visem ajustar a preparação dos trabalhadores (as) às novas filosofias de produção e transformação dos postos de trabalho.
O que se quer é uma educação comprometida com valores como democracia, solidariedade e crítica.
O ensino tem ligação direta com o mundo da produção, pois através dele formam-se os trabalhadores (as). Ao mesmo tempo os processos de produção influenciam as filosofias educacionais.
A política de fragmentação dos processos de produção estabeleceu a política pedagógica que preocupada em atender ao capitalismo reforçou a especialização levando os alunos a saberem cada vez mais sobre cada vez menos.
Agora esta nova linguagem traduz um olhar diferente a estas questões. A busca pela interdisciplinaridade reflete esta nova necessidade das instituições escolares estarem integradas a sociedade contemplando nas atividades curriculares uma educação global, baseada em centros de interesses e projetos que unifiquem os conteúdos buscando a democratização do ensino.

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