domingo, 26 de abril de 2009

CADA UM APRENDE DO SEU JEITO


A lei diz que todas as crianças e jovens devem estar matriculados na escola. Entre os objetivos está o de ensinar os conteúdos curriculares de forma a permitir que todos possam aprender. Para isso é necessário respeitar o ritmo e os limites de cada um.
O conceito de inclusão deveria estar contemplado no projeto pedagógico da escola garantindo que ninguém se sinta discriminado. A proposta pedagógica deve levar em conta também as necessidades de adaptação dos alunos com deficiência a pessoas e ambientes.
A importância da inclusão deve "incluir" os pais.
A dificuldade em aceitar aquilo que aparentemente foge da normalidade é a origem do preconceito.
A escola é o lugar da diversidade que se reflete na quantidade de recursos que tem por objetivo fazer os alunos progredirem.
A Declaração de Salamanca (1994) estabelece que a escola inclusiva é aquela que contempla muitas outras necessidades especiais como crianças que tem dificuldades temporárias ou permanentes, que repetem de ano, sofrem exploração sexual, violação física ou emocional, são obrigadas a trabalhar, moram na rua ou longe da escola, vivem em extrema condição de pobreza, são desnutridas, vítimas de conflitos, superdotadas ou em atendimento de saúde. A cor, religião, aparência, peso, altura, modo de falar, vestir ou pensar, podem ser motivos de discriminação e tirem o direito da criança de aprender e crescer.
O desempenho na escolasó se dará quando se atentar para o ritmo e as necessidades de cada um.
A avaliação não pode levar em conta apenas os desempenhos ideais.
A consciência destes valores leva uma escola a lidar satisfatoriamente com as diferenças.
Sempre com o diferente, não com o inferior.

Texto baseado em Revista Nova Escola, Ed Especial, out 2006.
Nova Escola, maio 2006.
TV Escola, maio/junho 2001.

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