sábado, 14 de junho de 2008

REPRESENTAÇÃO DO MUNDO PELOS ESTUDOS SOCIAIS


REFERÊNCIAS TEMPORAIS
A natureza tem sofrido com a ação, por vezes, impiedosa do ser humano. As modificações e transformações provocadas vão ativando reações que descaracterizam certas referências temporais e outras.
Mas ainda florescem os “maricás” do campo, no mês de Março, perto do meu aniversário. Algumas árvores perdem as folhas no Outono. Os dias permanecem intercalados pela noite. As crianças nascem. As pessoas muito velhinhas morrem. Mas as coisas estão muito relativas. Enquanto as técnicas de rejuvenescimento e outras drogas impedem as pessoas de ficarem muito velhinhas, as patologias físicas e urbanas vão exterminando mais crianças e jovens. Os ventos de Finados sopram em Dezembro. Faz muito frio em Fevereiro e calor em pleno inverno de Julho.
As vivências diferenciadas de tempo acorrem na cidade, no campo e no litoral. Ainda respeita-se o calendário temporal para a agricultura nos campos, prepara-se o comércio para o verão no litoral, mas nas cidades as percepções são sutis quanto à natureza, em compensação as cobranças do tempo que nos mostra o relógio vão devorando nosso tempo de perceber as referências apresentadas.
O relógio conta o passar do tempo em todos os lugares.
Por que será que, às vezes, e ele parece disparar ou se arrastar?
Afinal, os sentimentos, em relação a isto, são humanos.

Um comentário:

Luciani Silva Bocorni disse...

Oi! Arrisco-me a dar uma resposta pessoal em relação a tua pergunta. Acredito e também noto o passar rápido do tempo ou sua demora, a partir do momento que te colocas em sintonia com o mesmo sem priorizar tuas necessidades pessoais acho que não existe um sentimento humano, mas mecânico quando fazes tua vida observando o tempo e dando cuidados a ele teu sentimento além de humano possuirá respeito a ti mesma como pessoa que és. Abraços.