“Experiência não é o que se fez, mas o que se faz com o que se fez.”
Conhecimento:
O conhecimento é saber usar o que se conhece e sabe, para superar as dificuldades, encontrar as respostas e buscar novos caminhos para o conhecimento. O conhecimento é a apropriação dos objetos. É a relação que se estabelece entre a consciência que conhece e o objeto a ser conhecido. É a relação entre intuição e razão, entre vivência e teoria, entre concreto e abstrato.
O nosso conhecimento começa com a experiência que toca nossos sentidos e produz representações assimilando, através dela, as impressões dos objetos.
Aprendizagem:
A aprendizagem é um fenômeno bastante complexo. É a aquisição de informações significativas para a vida das pessoas.
A aprendizagem é “um processo de aquisição e assimilação, mais ou menos consciente, de novos padrões e novas formas de perceber, ser, pensar e agir”.(Schmitz,p.53.)
Ela se dá quando tomamos consciência e formamos novos valores com outras formas interiores de pensar.
Existem aprendizagens que nos permitem aprender habilidades motoras, adquirir conhecimentos cognitivos e afetivos.
Para haver aprendizagem é necessário motivação e maturação. A maturação resulta de diversos fatores: desenvolvimento biopsíquico, interesses, evolução social, bagagem familiar, entre outros. A própria aprendizagem contribui para a maturação da pessoa. Parte-se de uma situação concreta, analisada em seus diversos elementos integrantes unindo aqueles mais significativos e essenciais.
Ensino:
O conceito etimológico para ensino, que vem do latim signare, é colocar dentro idéias na cabeça do aluno, gravar idéias na cabeça do aluno. Deste surgiu o conceito tradicional: transmitir conhecimentos com aulas expositivas e explicativas onde o professor fala o que sabe sobre um determinado assunto e o aluno deve saber reproduzir o que ele disse.
Criticado este tipo de ensino, passou-se a um novo conceito que se denominou Escolanovismo. Nesta teoria o importante não é aprender, mas aprender a aprender. O professor age como um estimulador e orientador da aprendizagem e os alunos tomam as iniciativas sobre o que querem aprender. A aprendizagem fica por conta do ambiente estimulante e da relação entre os alunos e entre os alunos e o professor. Desiludidos com os resultados, surge uma nova concepção de ensino a concepção tecnicista, segundo a qual, o ensino deve inspirar-se nos princípios da racionalidade, eficiência e produtividade. Neste caso o planejamento deve evitar as interferências subjetivas, buscando objetivos operacionalizantes para mecanizar o processo. O professor e o aluno ocupam posição secundária, como executores do mesmo, cuja concepção, planejamento, coordenação e controle ficam a cargo de especialistas supostamente habilitados. O fundamental é aprender a fazer.
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