

Meu nome é Sandra. Sou professora desde 1978. Formada em Magistério na Escola Normal Santa Catarina, em Novo Hamburgo. Atuei neste município durante 9 anos e depois ingressei no Magistério Estadual onde estou até hoje. Sempre trabalhei em turmas de alunos até quarta série.
O meu fazer docente no ensino de EESS está baseado na vivência do aluno. Este é o ponto de partida: o que o aluno sabe de si, de sua família e sua comunidade, e sua perspectiva da história da sua vida. Vamos montando unidades de estudo dividindo os assuntos em temas. Para chegar-se a este ponto de partida é preciso conhecer o aluno e o ambiente que o cerca. Este é o período de sondagem. São atividades de entrevista com alunos e seus familiares, exposição de fotos, brincadeiras de socialização e reconhecimento de si e de seus colegas. Depois vem o período de reconhecimento do seu corpo, envolvendo o seu nome e os nomes dos membros da família, as datas de aniversário, linhas de tempo em que apareça o desenvolvimento físico de cada um através de fotos, passeios pela escola observando o prédio e o seu funcionamento e na comunidade observando as casas e todo espaço físico do bairro nos arredores da escola. Durante este período são formados os hábitos e estabelecidas rotinas de trabalho para a turma.
Identificando e reconhecendo a si, seu ambiente e sua história iniciamos a unidade de compreender e vivenciar situações com dobraduras, montagens de maquetes, registros em fichas, relatórios, confecção de calendários, mural do registro das presenças diárias, agenda de aniversários e atividades envolvendo a participação deles no desenvolvimento da aula para que se sintam parte do ritmo diário de seu ambiente para responsabilizar-se por ele.
Na outra unidade verificamos os acontecimentos e mudanças provocadas pelo meio na vida dos alunos em atividades relacionados aos horários a cumprir, influências que sofremos por estas mudanças como clima, passagem do tempo, localização no espaço.
Neste final de unidade fizemos exposição de trabalhos participando da Feira Interdisciplinar da escola.
Dentro das unidades trabalhamos as datas comemorativas que fazem parte da listagem de conteúdos. Algumas até fazem a chamada para a unidade.
Basicamente é desta forma que trabalho, com algumas adaptações de acordo com a turma.
Dentro destas unidades busco que o aluno identifique a si e seu grupo familiar e reconheça sua participação como agente modificador do lugar onde mora.
Os conteúdos estabelecidos devem desenvolver a organização e orientação espacial e temporal, noções de cronologia e cartografia, levando o aluno a observar, comparar, identificando semelhanças e diferenças, assim como as transformações do meio em que vive. É preciso enfocar também temas relacionados a ética, saúde, ambiente, trabalho, a pluralidade cultural e a diversidade do que nos cerca.
O professor deve colocar-se como um mediador entre o aluno e as fontes de informações, resolvendo dúvidas e orientando quanto aos procedimentos mais adequados para que os alunos atinjam a aprendizagem.
Em geral , as atividades de Estudos Sociais são bem aceitas e despertam o interesse do aluno por esta relação que tem com a própria vida dele. Torna-se importante que o professor tenha cuidado de buscar um caminho de construção da história dos seus alunos fazendo esta relação com os conteúdos a serem estudados.
O meu fazer docente no ensino de EESS está baseado na vivência do aluno. Este é o ponto de partida: o que o aluno sabe de si, de sua família e sua comunidade, e sua perspectiva da história da sua vida. Vamos montando unidades de estudo dividindo os assuntos em temas. Para chegar-se a este ponto de partida é preciso conhecer o aluno e o ambiente que o cerca. Este é o período de sondagem. São atividades de entrevista com alunos e seus familiares, exposição de fotos, brincadeiras de socialização e reconhecimento de si e de seus colegas. Depois vem o período de reconhecimento do seu corpo, envolvendo o seu nome e os nomes dos membros da família, as datas de aniversário, linhas de tempo em que apareça o desenvolvimento físico de cada um através de fotos, passeios pela escola observando o prédio e o seu funcionamento e na comunidade observando as casas e todo espaço físico do bairro nos arredores da escola. Durante este período são formados os hábitos e estabelecidas rotinas de trabalho para a turma.
Identificando e reconhecendo a si, seu ambiente e sua história iniciamos a unidade de compreender e vivenciar situações com dobraduras, montagens de maquetes, registros em fichas, relatórios, confecção de calendários, mural do registro das presenças diárias, agenda de aniversários e atividades envolvendo a participação deles no desenvolvimento da aula para que se sintam parte do ritmo diário de seu ambiente para responsabilizar-se por ele.
Na outra unidade verificamos os acontecimentos e mudanças provocadas pelo meio na vida dos alunos em atividades relacionados aos horários a cumprir, influências que sofremos por estas mudanças como clima, passagem do tempo, localização no espaço.
Neste final de unidade fizemos exposição de trabalhos participando da Feira Interdisciplinar da escola.
Dentro das unidades trabalhamos as datas comemorativas que fazem parte da listagem de conteúdos. Algumas até fazem a chamada para a unidade.
Basicamente é desta forma que trabalho, com algumas adaptações de acordo com a turma.
Dentro destas unidades busco que o aluno identifique a si e seu grupo familiar e reconheça sua participação como agente modificador do lugar onde mora.
Os conteúdos estabelecidos devem desenvolver a organização e orientação espacial e temporal, noções de cronologia e cartografia, levando o aluno a observar, comparar, identificando semelhanças e diferenças, assim como as transformações do meio em que vive. É preciso enfocar também temas relacionados a ética, saúde, ambiente, trabalho, a pluralidade cultural e a diversidade do que nos cerca.
O professor deve colocar-se como um mediador entre o aluno e as fontes de informações, resolvendo dúvidas e orientando quanto aos procedimentos mais adequados para que os alunos atinjam a aprendizagem.
Em geral , as atividades de Estudos Sociais são bem aceitas e despertam o interesse do aluno por esta relação que tem com a própria vida dele. Torna-se importante que o professor tenha cuidado de buscar um caminho de construção da história dos seus alunos fazendo esta relação com os conteúdos a serem estudados.
Um comentário:
Sandra, sem muito a comentar a não ser o de sempre, acho teu trabalho como educadora ótimo relata com exatidão os passos que segues.Abraços.
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